Centro Cultural – Antigo Mercado

CASA DE CULTURA DE SANTO AMARO

Antigo Mercado Municipal

 Na Praça dos Romeiros, (Praça Francisco Ferreira Lopes), em frente à Biblioteca Prestes Maia, admiramos os dois painéis de Júlio Guerra, em homenagem às Romarias dos Santamarenses ao Sr. Bom Jesus de Pirapora, de que falamos no capítulo “CETRASA”.

As Romarias foram contadas, por muitos anos, entre os fatos sociais mais marcantes da comunidade de Santo Amaro.

Ainda hoje é fonte de agradáveis e saudosas lembranças de tempos e mentes de muitos encantos…

Apreciamos também o prédio do velho mercado.

Nas fotos desta página, podemos admirar os dois painéis: um de ida e outro da volta da romaria.

Está aí também a foto da placa de restauração dos painéis, (de Maio de 2000).

Esta praça foi, por muitos anos, o ponto de encontro das Romarias à Pirapora. Foi chamada “Praça dos Romeiros”.

A Bandeira Cultural dirigiu-se, em seguida, ao salão do Antigo Mercado.

Foram feitos alguns comentários, comparando a estrutura deste mercado, como outros mercados municipais de São Paulo.

O Mercado, inaugurado em 1897, era entrepostos de venda dos produtos do nosso mundo rural, de Santo Amaro, de Mboi-Mirim e de Itapecerica da Serra.

O Mercado foi tombado como patrimônio histórico, pelo Condephaat, em 1977.

O prédio do mercado foi construído sob a presidência da Câmara do sr. Carlos da Silva Araújo, fundador e primeiro provedor da Santa Casa de Misericórdia.

Em 1990 foi transformado em Casa de Cultura Manuel de Mendonça.

Foi, por algum tempo, Biblioteca Municipal.

Hoje é um polo agregador da comunidade artística.

Ex-residência de Júlio Guerra: Da praça dos painéis de homenagem às romarias, pudemos olhar, a uns 100 metros de distância, a casa onde viveu e produziu quase toda a sua obra, o nosso artista maior, escultor, pintor e escritor, Júlio Guerra. Essa casa está em processo de tombamento.

No quintal de sua casa, Júlio Guerra construiu o Monumental Borba Gato, num trabalho intenso de seis anos, com alguns ajudantes.

Nota: A construção da estátua de Borba Gato foi atrasada, em seu cronograma, por uma tragédia na família de Júlio Guerra: seu filho faleceu, na Represa Guarapiranga. O pai teve um imenso desgosto, (um desgosto incurável), que o impediu, por algum tempo, de prosseguir o trabalho de construção da célebre estátua

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