Elogio a Borba Gato

Por Afonso de Taunay

Sobre Manuel de Borba Gato, Afonso de Taunay escreveu um belo elogio:

IMG_8510_Fotor“Manuel de Borba, “Tenente General do Mato”, é, sem dúvida alguma, a figura mais notável dentre os filhos de Santo Amaro, é um dos maiores vultos da epopeia do Bandeirantismo Paulista.
Em homenagem a este imortal “calção de couro”, cujo nome enche as páginas da era de ferro do desbravamento do Brasil, colocamos uma figura de Bandeirante, revestido de seu característico gibão de armas, como “Tenente” de dextra do escudo que compusemos para a cidade de Santo Amaro, a convite do digno Presidente da Câmara de 1927.
Algum dia, “estamos certos, elevará a cidade de Santo Amaro uma estátua que relembre aos povos a figura imorredora do mais ilustre de seus filhos, até a data de hoje” (1927)”.

Nota: Júlio Guerra cumpriria esta profecia de Afonso de Taunay.
Ergueu o Borba Gato, uma estátua gigantesca.

AFONSO DE E. TAUNAY

Afonso de E. Taunay foi um dos mais destacados historiadores de São Paulo, e, por tabela, de Santo Amaro. Foi também um destacado historiador do Brasil.brasao_santo_amaro_Fotor
Nasceu em Florianópolis, aos 11/07/1876 e faleceu aos 20/03/1958.
Foi presidente de honra do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e membro da Academia Brasileira de Letras.
Foi diretor do Museu Paulista (do Ipiranga).

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PANTEÃO DOS ESCULTORES E PINTORES DO BRASIL

1. Júlio Guerra nasceu em Santo Amaro, São Paulo, quando Santo Amaro era um município autônomo.
Nasceu no dia 20 de janeiro de 1912.
Para estudar e também para expor sua obra, viajou pelo seu país e por outros países da América Latina. Viajou também para Portugal e Itália.
Em São Paulo, participou de muitas Bienais, onde foi premiado.
Morreu aos 89 anos, em São Paulo, no dia 21 de janeiro de 2001.

2. Da sua ampla produção artística, destacamos três obras primas: a Mãe Preta, Iguatinga e Borba Gato.
Por essas obras e por todas as outras, como escultor e como pintor, Júlio Guerra está eternamente no grande Panteão dos Grandes Escultores e Pintores Brasileiros.
Borba Gato é o grande marco, um dos mais destacados pontos de referência da Zona Sul da Capital.

3. Quem tiver acesso a esse belíssimo Panteão de artistas, no mundo espiritual, lá encontrará, em longos e alegres diálogos, nossos grandes artistas.
Júlio Guerra lá continuará a falar do povo de Santo Amaro e de suas belas tradições.
Em diversos grupos animados, todos conversam alegremente enquanto toca música de Carlos Gomes, e outros da MPB.
Sim, porque artista que se preze, é sempre alegre, ainda quando lhe falta de comer.
Num rápido lampejo podemos ver, ao longe: Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho), Pedro Américo, Júlio Guerra, Nicola Rollo, Victor Brecheret, irmãos Bernardelli, Luigi Brizzolara, Lasar Segall, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Benedito Calixto, Iberê Camargo, Hélio Oiticica, Aldemir Martins e muitos mais.
Os grandes artistas não morrem; são imortais. Viverão sempre na memória de seu povo.

4. Obras Monumentais de Autores brasileiros.
Observe algumas obras monumentais:
Profeta, do Aleijadinho.
Mãe Preta, de Júlio Guerra.
Independência, de Pedro Américo.
Verdi, de Nicola Rollo.
Bandeirantes, de Brecheret.
Raposo Tavares, de Luigi Brizzolara.

MÃE PRETA

janeiro 2011 098_FotorEstátua da Mãe Preta – Júlio Guerra

ÍCONE DA CULTURA NACIONAL – I

UMA LIÇÃO DE VIDA

A Mãe Preta é uma forte inspiração
para poetas, e para todos os cidadãos.

1. A estátua da Mãe Preta é uma das obras-primas de Júlio Guerra.
Está exposta na região central da grande cidade de São Paulo, no Largo do Paissandu. Foi feita para comemorar o 4º Centenário da cidade – 1954.
A Mãe Preta articula-se, em qualidade e força cívica, com a estátua gigante do Bandeirante “Borba Gato”, exposta à entrada de Santo Amaro, Cidade-Bairro de São Paulo, como guardião da história e da região; guardião das tradições deste povo.
Júlio Guerra, santamarense de alma e coração, foi um defensor incondicional dos valores históricos, e da cultura popular.
A Mãe Preta dá-nos lições de generosidade…, a quem souber ouvi-la.
A Mãe Preta real, de carne e osso, marcou uma bela página na história do Brasil.

2. Júlio Guerra conseguiu transmitir, em seu belo monumento à Mãe Preta, os sentimentos mais sagrados do povo brasileiro.
Mãe Preta é uma homenagem e uma lição de vida, deste povo multirracial.
A Mãe Preta é um marco em nossa história.
É uma escola de vida. É uma mensagem para as novas gerações e para toda a posteridade. Mensagem de paz. Mensagem de amor universal.
Mãe Preta responde ao ódio e à vingança, com carinho maternal.
A Mãe Preta é uma forte inspiração para poetas e artistas, e para todos os cidadãos.

3. Mãe Preta é um dos grandes ícones da cultura brasileira miscigenada e da história do Brasil.
É um símbolo de generosidade, de carinho, de convivência e de harmonia entre os povos: entre brancos, negros, pardos e índios. Representa o respeito mútuo que foi construído através dos tempos, apesar da crueldade que marcou tal convivência, fruto da condição humana.
Em vez de maldizer os males do passado, exaltemos o que é bom e o bem feito, as boas lembranças.
“É melhor acender uma luz do que maldizer a escuridão”;
Desde Caim e Abel, a história humana é uma história de paradoxos.

A Mãe Preta, de Júlio Guerra, é um monumento à mulher brasileira, um monumento a todas as mães, de todas as raças e de todos os tempos:
É um hino à maternidade. Mãe é mãe, qualquer que seja seu povo, sua formação ou a cor de sua pele.

4. A Mãe Preta, com o português, foi a silenciosa obreira da exemplar convivência e miscigenação de raças que criou este imenso e operoso Brasil: muitos povos e uma só nação de irmãos, superando inúmeros preconceitos e muitas humilhações.
Nossa história é mais rica em glória do que em feitos inglórios.
A multiplicidade de povos, vivendo em harmonia, nos marcou como povo moreno. Esta situação privilegiada se reflete na Mãe Preta.

A mestiçagem marca o Brasil, com todas as suas glórias e contradições.
Sem a ação decisiva da mestiçagem, a gloriosa conquista dos heroicos Bandeirantes teria sido quase impossível.

Tiremos o chapéu, reverentes, às glórias de nossa história. Tudo que se fez com heroísmo e sacrifícios nós não podemos esquecer. Faz-nos bem à alma.
Essa é a grande lição de Júlio Guerra, a toda a nossa nação.
A homenagem à Mãe Preta é uma homenagem bem merecida.
Não conheço homenagem mais digna de ser honrada e cantada.

5. A Mãe Preta é marco de superação de antagonismos, de superação de limites.
Deixou uma marca indelével no Brasil. Foi um dos pilares da família brasileira.
Ela foi decisiva da construção da alma do povo brasileiro, ao participar da amamentação e da educação dos filhos dos empreendedores desta terra, de nossa nação.
Mãe Preta é, hoje, um símbolo exemplar de um mundo plural, sem fronteiras de raça, cores ou credo; símbolo do compartilhar do pão, da vida e do amor; símbolo de dignidade humana. Símbolo de valores que vão sendo esquecidos, levando à reedição da barbárie. É símbolo da fraternidade multirracial do Brasil.

ÍCONE DA CULTURA NACIONAL – II

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UM POEMA EM BRONZE

6. Júlio Guerra seguiu o grande exemplo de Gilberto Freire, que demoliu o preconceito contra o mestiço, no Brasil.
O Brasil precisa da Mãe Preta, hoje, em tempos de liberdade, como precisou dela no tempo da escravidão.
Precisa dela e de todas as mães, para ensinar à nação o respeito à honra e à dignidade humana, sem discriminação.
Que a Mãe Preta, como todas as mães, ensine à nação lições de generosidade e de verdade; lições de luta contra a mentira e a crueldade, contra toda a injusta discriminação entre as pessoas.

Júlio Guerra abriu nova página, em nossa história: soube honrar nossos gigantes do passado. Soube celebrá-los em pedra e bronze, para a eternidade.
Júlio Guerra foi um heroico demolidor de preconceitos deploráveis, que infestam certos ambientes, com ideias apequenadas, deturpando a história do Brasil.
Contou, em bronze e em painéis, a tradição, os Bandeirantes e o povo miscigenado.
Cantou Santo Amaro, terra de nobres tradições e de muita grandeza.
Não deixemos que os vermes da insensatez e do preconceito apequenem esta gente e nossa mente.

7. A Mãe Preta é uma eloquente lição de vida, para toda a nossa gente, até para quem pensa diferente. É uma estátua que fala, por seus gestos, por sua postura.
A Mãe Preta, de Júlio Guerra lembra-nos um pouco a estátua de Moisés, de Michelangelo, que se encontra em Roma (São Pedro in Vinculi). As duas parecem falar, embora através de alegorias. Moisés fala aos nobres; a Mãe Preta fala aos humildes. Os dois falam a todos que quiserem ouvir.
A Mãe Preta parece que nos fala. Parece que ainda nos conta suas histórias de vida; histórias lúdicas e comoventes. Fala conosco, fala com o filho e fala para toda a gente.
Pelo seu olhar, a gente sente suas histórias exemplares; histórias que ela contava aos pequeninos…
Ela fala sempre, com olhar de quem ama.
Ela ainda nos canta doces cantigas de ninar… para quem souber ouvi-la.
Ela nos conta histórias para a gente sonhar.
A Mãe Preta era uma exímia contadora de histórias, como nossas avós.

A estátua da Mãe Preta, de Júlio Guerra, é um eloquente poema em bronze, um magnífico hino à maternidade e à mulher brasileira, um monumento ao povo moreno, ao povo brasileiro. Mulheres negras, brancas ou morenas, todas se espelham na estátua da “Mãe Preta”. Mãe é mãe, e ponto final.
A Mãe Preta é um monumento a todas as mulheres do mundo, a todas as mães, independente de raça, povo ou condição social.
É um magnífico monumento à maternidade, a cada uma de nossas mães de ontem, de hoje e de amanhã. É um monumento à Mãe Brasileira.
É um monumento eterno, um eterno hino de amor, personificado nesta magnífica representação, nesta bela alegoria.
Na Mãe Preta, a nossa “gente bronzeada” mostra o seu valor, o seu amor e seu calor.

8. A Mãe Preta é um símbolo do Brasil Cristão, símbolo de fraternidade e cordialidade.
É símbolo de uma ação pacífica, similar à de M. Gandhi, na Índia do séc. XX. Ou como Mandela, na África do Sul.
Mãe Preta é símbolo de reconciliação, de harmonização, de respeito mútuo; é símbolo de uma nação pacífica multirracial. Ela é mais que uma categoria de pessoas do bem; ela é uma instituição.
Este é o Brasil verdadeiro, quer alguns queiram quer não. História é História. Não queiramos falseá-la. Não façamos leituras enviesadas, traiçoeiras e preconceituosas.
A comunidade considera a estátua da Mãe Preta como espaço sagrado: homenageia-a, oferecendo-lhe flores, permanentemente.
Como país pacífico e multirracial, o Brasil é um país sem igual.
Muito pode ensinar ao nosso mundo cruel… Mas ainda temos muito que aprender…

MÃE PRETA, ÍCONE DA GENEROSIDADE MATERNA – III
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9. A estátua da Mãe Preta é palco anual de homenagens, por brancos, pardos e negros, como símbolo de uma cidade e de um país unido e plural, de um povo que quer construir, em paz, a prosperidade, com bem-estar. É a comemoração comunitária anual do dia 13 de Maio.
Mãe Preta é um ícone da maternidade. Não leva em conta a cor da pele.
Hoje, em torno da Mãe Preta, ali no Paissandu, vive um amplo grupo de pessoas sem rumo; pessoas sem lar e sem esperança; pessoas que buscam o calor da mãe, para reencontrarem o seu destino, o sentido de sua vida.
Junto à estátua da Mãe Preta, certamente encontram algum alento.
Mãe Preta é uma lição de vida, bem viva. Ela deixa à margem toda a má fé e opressão das ideologias demolidoras, que querem abolir a razão.

10. Embora sendo um monumento, em bronze, como ícone cultural, para as pessoas, parece-lhes que ela tem um imenso coração humano, batendo em seu peito. Assim foi a mãe ali exaltada.
A Mãe Preta, como ícone, faz bater forte, o coração humano, irradiando simpatia, acolhimento e generosidade.
Transmite um forte sentimento de fé, de esperança e de solidariedade.
Este é um dos espaços sagrados de São Paulo, capital, e do Brasil.

11. A estátua da Mãe Preta perfila-se ao lado de todos os símbolos da mulher brasileira, que, desde tempos remotos deram a base desta nação multirracial.
Ao lado de Bartira, em São Paulo; de Catarina de Paraguaçu, em Salvador; de Iracema, no Ceará e ainda de Moema, Lindóia e outras mais.

São Paulo tem uma dívida histórica com o poeta da escultura, cultor dos nossos heróis.
O Brasil tem uma dívida perene com a Mãe Preta.
Honra seja feita a Júlio Guerra que deu, à nossa História, novo brilho; porque honrou os bravos Bandeirantes e a Mãe Preta, a mãe universal.
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PALMEIRAS EM SANTO AMARO E EM SÃO PAULO

Brasil: Terra das Palmeiras

1. Palmeira-Jerivá.

A Palmeira-Jerivá, Jeriba ou Juruba era muito frequente em Santo Amaro, na época do início da colonização, no séc. XVI.
Jurubatuba significa “campo de jurubás”; é o coletivo de Jurubá ou Jerivá.
Jerivá/Jurubá é a palmeira típica desta região.
O rio de Santo Amaro é o Rio Jurubatuba.
No entanto, hoje, a região de Santo Amaro, como toda a cidade de São Paulo, tem palmeiras, por toda a parte e de muitas espécies.
Destacam-se a Palmeira-Real, a Palmeira-Imperial, que são as mais majestosas e esbeltas, mas existem muitas outras espécies.
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2. Palmeira-Imperial.

Introduzida no Brasil, por D. João VI, (início do séc. XIX), proveniente das Antilhas.
Essas palmeiras estão ainda hoje no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
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3. Palmeira-Real.

Semelhante a imperial, mas o tronco é mais fino. Como a imperial tem palmito.
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4. Areca.

Originária da Índica.
É cultivada como planta ornamental.
É muito comum em jardins.
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5. Outras Palmeiras.

RELIGIÃO E RELIGIÕES EM SANTO AMARO

Neste sítio, santoamarosp.com, não poderia faltar alguma notícia sobre religião, como espaço de manifestação e de encontro do povo.
Os templos são também espaços de cultura, espaços sociais, dos mais representativos.
Para a maioria das pessoas, mais de 60%, a Igreja é o único espaço onde podem manter contato com a cultura, e onde cultivam os princípios de convivência e aprofundam seus conhecimentos e princípios de sabedoria da vida.
As Igrejas, na sua maioria, são fatores eficientes de desenvolvimento humano e de cultivo da dignidade humana, da verdade e da honra.

Falaremos das Igrejas/templos mais representativos e atuantes, da forma mais objetiva possível.
Informações breves são aqui expostas, na medida em que tivermos acesso a tais informações, objetivamente, sem proselitismo, mas com respeito.
De cada religião falaremos do templo ou templos que mais se destacam, sem proselitismo nos chegam as imagens.
Damos destaque maior à Igreja Cristã-Católica, por ser, de longa, a mais antiga e a mais difundida: com maior número de fiéis.
RELIGIÕES de que aqui falaremos:

1. Igreja Cristã-Católica:

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Igreja Catedral Santo Amaro
(Clique para consultar)

2. Igreja Assembleia de Deus

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(Clique para consultar)

3. Igreja Luterana

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Igreja Luterana da Paz
(Clique para consultar)

4. Igreja Universal – IURD

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Catedral da Fé
(Clique para consultar)

5. Igreja Metodista

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(Clique para consultar)
http://www.metodista.com.br

6. Igreja Anglicana

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Catedral Anglicana
(Clique para consultar)

7. Igreja Batista

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(Clique para consultar)

8. Solo Sagrado – Templo Messiânico –
Guarapiranga – Interlagos
O Solo Sagrado da Igreja Messiânica está situado nas margens da Represa Guarapiranga, na Zona Sula de São Paulo, Interlagos, Santo Amaro.
Ocupa uma área de 327.500 m2. Além do templo, muito original, do qual expomos aqui um álbum de fotos, tem uma série de outras construções.
O Solo Sagrado destaca-se pela beleza das construções e dos jardins. Há flores por toda a parte. Tudo muito bem cuidado.
A cultura das flores e do belo, em tudo, faz parte da filosofia messiânica, na busca da harmonia, do equilíbrio e da elevação espiritual.
Diria que o Solo Sagrado segue o modelo de Igreja-Parque, como também temos Escola-Parque e Condomínios-Parque.
No entanto, no Brasil há outras Igrejas-Parque (ou Escola-Parque) com dimensões ou objetivos similares ao Solo Sagrado. Temos até Residências-Parque.
O fundador da Igreja Messiânica diz que seu objetivo é criar, em cada Solo Sagrado, um protótipo do Paraíso Terrestre.
Aí, como no Éden do Gênesis, as pessoas podem passar momentos felizes, no meio de certo encantamento, que o ambiente artístico e natural produz, abrindo espaço à meditação e à reflexão.
Toda a beleza enleva o espírito e nos eleva a Deus.
No entanto chamar a isto de protótipo do Paraíso Terrestre não passa de uma figura retórica precária. Está longe de ser mais do que uma sombra do Paraíso Terrestre. Vale pela intenção.

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(Clique para consultar)

9. Igreja Adventista do Sétimo Dia

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Nota: Os interessados que se enquadrem nos objetivos deste “sítio”, poderão entrar em contato conosco. A credibilidade social é fundamental. Podemos acrescentar: data de fundação, atuação sociocultural e horários de culto e outras programações específicas sazonais.

10. Igreja Presbiteriana

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MARCAS/ÍCONES DE SANTO AMARO

1. Estátua: Borba Gato – Bandeirante:

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2. Igreja de Santo Amaro (Catedral):

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3. Biblioteca Prestes Maia:

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4. Mercado Municipal (atual Centro Cultural de Santo Amaro):

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5. Casa Amarela (ex Prefeitura Municipal) – “Espaço Júlio Guerra”:

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6. Teatro Paulo Eiró – Painel Júlio Guerra:

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7. Santa Casa de Misericórdia:

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8. Praça Santa Cruz:

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9. Santuário da Mãe de Deus:

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10. Ponte Estaiada Otávio Frias de Oliveira:

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11. Palmeira Jerivá ou Jurubá (deu nome à região e ao Rio Jurubatuba):
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12. Templo Messiânico – Solo Sagrado:

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13. Catedral da Fé – João Dias – IURD – Igreja Carismática:

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14. Represa Guarapiranga:

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15. Cacique Caiubi:

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16. Paulo Eiró:

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17. Júlio Guerra:

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18. Belchior de Pontes:

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19. Hípica Santo Amaro:

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20. Fonte Petrópolis:

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Unidos, por um Santo Amaro Melhor

Estudantes e Estudiosos

O presente espaço na Internet:
“Santo Amaro Cultural”, pensa em todos quantos amam e vivem nesta terra; pensa em quantos aqui se criaram e educam seus filhos.
Pensa nos Estudantes e nos Estudiosos, que buscam o saber, para sua competência desenvolverem; para desenvolverem seu espírito cidadão.
Sem saber e sem consciência não há cidadania e o progresso não avança.
Todos precisamos estudar, sempre.
Aqui, queremos dar destaque aos valores de Santo Amaro, como um grande polo de desenvolvimento, da maior e mais brilhante cidade do Brasil, um espaço nobre de São Paulo, na Zona Sul.

Santo Amaro tem História e tem muitas e belas tradições.
Sim, Santo Amaro tem muitas e belas tradições, que são a alma de seu povo.
Santo Amaro foi Município, até 1935, quando foi anexada por São Paulo.
Santo Amaro, desde o séc. XVI, tem personalidade própria.
Nos alvores de nossa civilização, por aqui trabalharam grandes evangelizadores e humanistas, como os Pes. Manuel da Nóbrega, Manuel Paiva, Leonardo Nunes e o Irmão/Pe. José de Anchieta, no processo de consolidação de São Paulo e arredores.
Por aqui perambularam o Patriarca da Pauliceia, João Ramalho, Bartira e seus filhos.
Como muitos outros, por aqui missionaram luminares, como os Pes. Belchior Pontes e João Pontes.
Mesmo anexado a São Paulo, Santo Amaro preserva sua personalidade própria e não quer esquecê-la.

Santo Amaro é terra de artistas, como: Paulo Eiró, do Pe. Belchior de Pontes, Júlio Guerra, Edmundo Zenha, Adolfo Alves Pinheiro e tantos mais.
Enfim, Santo Amaro foi e é ainda um espaço de artistas e de iluminados. É também uma terra de empreendedores.
O sítio propõe-se como um Arquivo confiável, a ser consultado, pelos que querem redescobrir Santo Amaro.
Este é um espaço de amor a Santo Amaro.